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Mostrando postagens de abril, 2012

Paralelepípedo cor-de-rosa

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Puxei o novelo de lã pelo meio e agora os fios deram nós e vou precisar ficar tempos somente desatando-os. Não queria desata-los, me lembra que damos nós que nos prendem a muitas coisas boas e a vida os desata. Dói. E por tempos a marca dos nós permanece. Entristece-me lembrar que nós fortes, depois de desatados, não desmarcam nunca mais. Não deixei que os nós feitos entre nós fossem fortes o suficiente pra marcar para sempre, só espero que não tenham amarrado com força distinta em um dos lados. Sinto muito por não sentir o suficiente, mas um dia sentiram pouco por não sentirem nada... E é nesse instante que me afogo nos pensamentos que normalmente me faziam flutuar e me sinto sozinha, mesmo estando cercada de pessoas que se importam. Talvez. Imploro por conselhos e por visões diferentes da situação, mas acabo que não sigo nenhum deles. Acho demasiada covardia da vida, nos obrigar a escolher caminhos que nos levam e não nos deixam voltar, especialmente porque, na maioria das ...